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A valorização da cultura brasileira, a partir de uma perspectiva local e emancipadora, foi destacada pelo escritor Ariano Suassuna na manhã de hoje, durante entrevista coletiva concedida no Hotel Metropolitan, em Canoas.
O autor de O Auto da Compadecida também criticou a superficialidade predominante na produção cultural contemporânea, destacando a importância histórica de autores como Érico Veríssimo e Simões Lopes Neto. "Nós, que mantemos uma posição que acredita que toda arte é local, no dia que ela nasce; agora, se ela prestar, ela vai ser contemporânea, universal, de todos os outros. Qualquer ídolo local ou nacional tem muito mais sucesso que Simões Lopes Neto; mas quero ver daqui a 100 anos", observa.
Também acompanharam a entrevista o secretário municipal de Cultura, Luciano Alabarse, e a adjunta da SMC, Isabel Poggetti.
Na noite de hoje, o escritor paraibano participa de uma aula magna no Auditório Vinícius de Moraes, localizado na Praça da Bandeira, dentro da programação da 29.ª Feira do Livro de Canoas. Ele também vai estar como convidado do 3.º Falp, evento que teve início nesta semana na cidade.
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