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"É uma forma de explicar sobre a necessária preservação do meio ambiente e conscientizar", declarava nesta quarta-feira, 19, a professora Neiva Andrade, das disciplinas de matemática e ensino religioso, ainda durante a apresentação da peça i-Mundos, que mobilizou a comunidade escolar da E.M.E.F Theodoro Bogen, no bairro Niterói, em mais uma edição do projeto Loucos Varridos.
A proposta da iniciativa, de envolver as comunidades escolares e demais moradores locais na valorização e preservação dos espaços públicos, tem encontrado respaldo positivo. "Vou abordar esse tema em minhas aulas", complementa a docente.
Como tem sido feito nas três primeiras edições do projeto, a atividade teve início a partir da reunião da comunidade escolar em um espaço externo, onde foi apresentado seus objetivos e dinâmica, a partir do qual tem início o espetáculo.
Em outro momento, a comunidade é convidada a se envolver na limpeza da área onde ocorre a apresentação e seus arredores, incluindo a área externa à escola, momento em que a própria comunidade se sensibiliza. "Observamos que um dos objetivos centrais foi cumprido nesse primeiro ciclo, os professores e estudantes se envolveram e passam a enfocar melhor esses temas durante as aulas", avalia Sandra Motta, gerente de Atividades Culturais, na Diretoria de Linguagens Artísticas, da Secretaria Municipal de Cultura (DLA/SMC). Pelo clima adverso, a atividade de limpeza com os alunos ficou prejudicada na última edição desse ciclo.
O projeto Loucos Varridos foi inaugurado em março deste ano, coincidente com o Dia Internacional do Teatro. A iniciativa envolve intervenções urbanas com as comunidades escolares, combinando a promoção da arte e da cidadania, por meio da conscientização ambiental. "É um tipo de iniciativa que vem ao encontro com o trabalho que já realizamos aqui, também enfocando a temática ambiental", aprova o diretor Douglas Perdomini, que acompanhou atentamente toda a atividade.
Qualificação
O enredo e a dinâmica da atividade, abordando a chegada de dois seres alienígenas e as canções originais executadas ao vivo também facilita o entrosamento com o conteúdo da proposta. A coordenadora Sandra explica que após o encerramento desse primeiro ciclo, o projeto vai passar por uma avaliação, recebendo possíveis ajustes visando sua qualificação. Para o secretário municipal de Cultura, Luciano Alabarse, a iniciativa vai muito além do entretenimento. "Trata-se uma ação pedagógica", resume.
A atividade desta quarta-feira também foi acompanhada pelo subprefeito da Região Sudeste, Juliano Furquin; pela gestora da Unidade de Dança da DLA/SMC, Joana Willadino; e da representante da Secretaria Municipal de Educação, professora Eunice.
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