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O músico e radialista Arthur de Faria e o jornalista, crítico de cinema e de música, Roger Lerina dialogaram sobre o "jeito de ser do gaúcho" na sétima edição do DNA do Brasil, na noite de quarta-feira (9), no salão de atos do Unilasalle.
Arthur lembrou que o bairrismo não nasceu no Rio Grande do Sul, foi "importado", mas continua forte. Ele relatou várias situações em que o gaúcho faz questão de citar a sua origem, como uma "credencial" e é rejeitado se não demonstra o "gauchismo".
Arthur analisou o alcance da música feita por gaúchos. Citou Vítor Ramil, que consegue ser universal, apesar do trabalho de raízes rio-grandenses, ao contrário de Nei Lisboa, que não se desvincula de Porto Alegre e, especialmente, do Bairro Bom Fim.
Lerina, colunista de Zero Hora, observou que as notícias envolvendo gaúchos sempre despertam mais interesse no Estado, por isso ganham destaque na publicação. Ele também comentou sobre o projeto Surdomundo Imposible Orchestra, ideia de Arthur de Faria e do produtor argentino Carlos Villalba, que reuniu músicos brasileiros, uruguaios e argentinos no Porto Alegre em Cena, em 2010.
O secretário municipal da Cultura, Luciano Alabarse, deu as boas vindas aos convidados, destacando a qualidade que agregaram ao projeto.
O projeto
O projeto DNA do Brasil é realizado pela Secretaria Municipal da Cultura, com a parceria do Unilasalle. Ocorre mensalmente, propondo a construção de um retrato sobre a "Formação Histórica e Cultural do RS e do Brasil", a partir do olhar de expoentes de diversas áreas sociais.
Última edição
3 de novembro
19h, no Salão de Atos do Unilasalle
Participantes: Tarso Genro e Jairo Jorge
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234