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Quem comparecer à Praça da Bandeira, onde ocorre a 31ª Feira do Livro de Canoas, além de livros, autores, atrações nos palcos, verá que as alamedas da praça também estão sendo tomadas por arte. Os atores Bruno Prandini, do Coletivo Galegos & Frangalhos, e Elton Manganelli estarão, até sábado, em diversos horários, apresentando seus improvisos e gags do universo clown (uma das mais antigas técnicas de interpretação no teatro). "A ideia é fazer uma interação com o público, sem horário determinado, tudo depende da resposta do público na hora mesmo. Tudo é criado a partir dessa interação", diz Elton.
A encenação funciona como uma espécie de pingue-pongue com o público, se criando um jogo cênico, sem palavras, apenas com a imagem ou ação. Para Elton, que também trabalha em Canoas com a Mediação de Leitura, a técnica de clown está voltando a ganhar força. "Teve uma época em que certos autores teatrais e de cinema se utilizavam mais da técnica nas produções. O clown contagia, vem de muito tempo, passa pelo bobo da corte da antiga realeza, os clowns de Shakespeare e o cinema mudo. É uma arte de sensibilidade", completa Elton.
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