Carregando! Por favor aguarde...
As obras de restauro da Casa dos Rosa, no centro de Canoas, marco da arquitetura do início do século XX, estão a todo o vapor desde o início da Ordem de Serviço, dada no último dia 20 de agosto. Depois de pronta, a Casa, que manterá seus aspectos originais, dará espaço ao museu da cidade. Mas a história da Casa precisa também ser reconstruída. Um incansável trabalho de pesquisa está sendo executado pela Unidade de Patrimônio Histórico, Arquivo e Museu, da Secretaria Municipal de Cultura de Canoas, procurando justamente recuperar o máximo de documentação pertinente ao prédio e a quem ocupou a residência.
Assim, a Unidade solicita que a comunidade de Canoas e região disponibilize, na forma de empréstimo, qualquer documento, fotografias antigas, registros escritos, filmes sobre a Casa dos Rosa ou de quem a ocupou. Os materiais podem ser entregues diretamente na Unidade de Unidade de Patrimônio Histórico, Arquivo e Museu na SMC (Rua Ipiranga, 105), aos cuidados de Israel Boff ou Airan Aguiar, responsáveis pela pesquisa. Informações e detalhes pelo telefone (51) 9628 4762.
A casa
Situada na Avenida Victor Barreto nº 2186, a Casa dos Rosa é um importante ponto referencial para o estudo da evolução urbana e social de Canoas, como também, da família, cujo sobrenome lhe é atribuída. Mais que uma residência de veraneio do início do século XX, a casa em estilo chalé de chácara, com telhas em estilo francês e adornos lambrequins em sua composição original, é datada do início dos anos 1900 (provavelmente 1904, segundo fontes consultadas), sendo possivelmente, uma das construções mais antiga da cidade ainda remanescente.
A pesquisa sobre esta residência mergulha nos primórdios da formação da cidade e na história de seus primeiros habitantes e veranistas. Canoas nasce paulatinamente a partir da transformação de grandes áreas de terras da Fazenda do Gravataí em "lotes de luxo" para aquisição das abastadas famílias das altas classes de Porto Alegre. Estudos recentes apontam o casal Antônio Lourenço Rosa e Josephina da Rocha Rosa como primeiros proprietários de alguns desses lotes, excetuando-se a hipótese desta casa ter pertencido a John Mc Ginity, tese amplamente difundida e conhecida na cidade, porém, sem comprovação de fontes.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234