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Depois de dois dias de chuva intensa, até o sol resolveu aparecer para brindar o último domingo (17) da Semana Farroupilha de Canoas, que segue até o dia 20 de setembro no Parque Eduardo Gomes. “Mesmo com o mau tempo em alguns dias, cerca de 60 mil pessoas já passaram pelo parque e temos recebido um retorno muito positivo sobre a organização desta edição”, conta o secretário da Cultura e do Turismo da cidade, Mauri Grando. “Neste final de semana estamos sediando o Rodeio Campeiro, que vem completar o cenário tradicionalista”, completa.
O dia foi como uma típica invernada, movimentado por rodeios, laçadas e gineteadas. “Tudo isso representa a vida e a lida campeira. É como se trouxéssemos o campo para cidade”, comenta o presidente da Associação das Entidades Tradicionalistas de Canoas (AETC), que prefere ser chamado apenas de Juca. Pelo parque, pilchas e vestidos formavam quase uma caravana em direção à Área Campeira, que de longe ecoava a narração das provas de laço.
Em volta do brete de madeira, centenas de pessoas – muitas com o chimarrão em punho – foram se aglomerando ao entardecer: era a final da Laço Dupla, que recebeu 250 inscrições. “Esta prova conta com dois laçadores. Se o primeiro acertar os chifres do novilho, o segundo não precisa entrar”, explica Juca, que comemora a realização do Laço Índio nesta Semana Farroupilha. “Há mais de dez anos que essa prova não é feita em Canoas. Nela, o laçador vai montado direto no pelo do cavalo, sem nenhum arreio. É muito mais difícil e são muitos os tombos”, brinca o dirigente.
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