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O fortalecimento da comunidades de pesquisadores de arquivos e freqüentadores de museus na cidade é um dos pontos positivos da oficina História Oral do projeto "Canoas, para lembrar quem somos", iniciada na tarde desta segunda-feira, no auditório da Biblioteca Pública Municipal. A avaliação é da gestora da Unidade de Patrimônio Histórico, Arquivo e Museu da Diretoria de Cidadania Cultural (UPHAM/SMC), Iolanda Menezes Finkler. "Em parceria com o Unilassale, temos uma tradição de realizar capacitações desse tipo que contribuem para qualificar o olhar sobre questões como memória, identidade e patrimônio histórico", assinala.
A aula de abertura foi realizada pela professora Cleusa Graebim, coordenadora do curso de Mestrado em Memória Social e Bens Culturais do Centro Universitário Unilassale. Cerca de 20 participantes, entre estudantes, professores e pesquisadores participaram na ocasião. A atividade é resultado de uma parceria entre o mestrado em memória social e bens culturais, curso de História do Unilasalle, e Unidade de Arquivo Histórico e Museu Municipal. A oficina acontecerá das 14 as 18 horas, e integra o convênio entre as instituições para a produção livro sobre o bairro Harmonia, no projeto "Canoas, para lembrar quem somos". Um segundo encontro está programado para acontecer no dia 06 de setembro. A atividade está sendo realizada gratuitamente e os participantes receberão certificado.
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