O cheirinho desperta o paladar. Caminhar pelo Parque Municipal Getúlio Vargas agora tem um "sabor" diferente. Acarajés, tapiocas são só exemplos do que 3 barracas de alimentação oferecem todos os domingos. As culinárias, mineira, baiana, cearense, despertaram a atenção da assistente social Sara Cougo, que apreciava uma tapioca com leite condensado enquanto olhava as banquinhas do brique. "Diversifica o paladar" comenta.
Ao todo são 25 barracas e mais 2 convidadas por final de semana que oferecem trabalhos feitos por artesãos, produtores e artistas plásticos. O metalúrgico André Severo é freqüentador assíduo do Capão do Corvo. Ele comenta que o fato do parque ter ganhado um brique que funciona desde o final de setembro é mais um incentivo para que os canoenses encontrem lazer em sua própria cidade. "Essa estrutura com artesanato e culinária ajuda a criar a cultura de parque" diz.
O apicultor Nilton Regus que expõe seus produtos na primeira banca do brique revela que o preço do quilo do mel em sua banca chega a ser R$2,00 mais barato do que no mercado convencional além de poder garantir qualidade.
Produtos inusitados e cheios de charme também podem ser encontrados, como bolsas que parecem ser feitas de palha mas na verdade são feitas de jornal. A artista Nelly de Bastiano enfatiza que é muito importante o espaço que foi disposto no parque porque valoriza os artistas da cidade.
O Brique funciona todo o domingo no interior do Parque Municipal Getúlio Vargas
Taís Dal Ri