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Interessados em conhecer o modelo canoense de georreferenciamento, além da estrutura do Instituto Canoas XXI, representantes da Administração Municipal de Santa Cruz do Sul visitaram a autarquia na manhã desta terça-feira, 24. A comitiva de técnicos do município gaúcho foi recebida pelo diretor do Cadastro Técnico de Geoprocessamento de Canoas, engº Lauri Bastos.
O grupo relatou os desafios para implantação do sistema, que existe desde 1995 em Santa Cruz mas carece de softwares de gestão. Lauri descreveu o processo de aquisição da estrutura de tecnologia da informação necessária, concretizada por meio do Programa de Modernização Administrativa (PMAT), que articula informatização e modernização de diferentes áreas para tornar a gestão pública mais eficiente e transparente.
Em outubro passado o Instituto Canoas XXI recebeu gestores do município de Bagé, também interessados em trocar informações sobre o sistema e aprender com o bem sucedido modelo canoense. A cidade tornou-se referência em geoprocessamento no Rio Grande do Sul apostando na inovação tecnológica e treinamento de recursos humanos. Com levantamentos topográficos, dados de GPS e imagens de satélite, a iniciativa consolidou uma nova visão, mais completa e detalhada, da dinâmica e paisagem urbana de Canoas.
"O georreferenciamento é uma ferramenta importante para que técnicos e gestores públicos possam planejar a cidade", explicou o diretor Lauri Bastos.
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