Referente a nota emitida pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) na noite de segunda-feira, 22, a Prefeitura de Canoas esclarece que em nenhum momento houve ausência de médico na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Pronto Socorro de Canoas. Nesta terça-feira, 23, uma reunião entre as partes junto ao Ministério Público acordou uma tolerância para o procedimento necessário de contratação de mais três médicos para a UTI. Os profissionais devem assumir as funções em até 10 dias, provenientes do processo seletivo previsto e executado pela atual gestão desde o início do ano. Como o procedimento é público e demanda etapas previstas na legislação, há duas semanas está acontecendo um revezamento na escala de médicos na UTI do HPSC.
De acordo com o diretor médico do HPSC, Dr. Rogério Schneider, a escala garantiu a cobertura integral nas duas últimas semanas, quando o médico responsável foi exonerado por pedido de demissão. Além disso, ele reforça que os esforços estão sendo feitos, mas, a especialidade médica de intensivista é mais restrita. "O processo seletivo está em fase final e, se for necessário será feita convocação extraordinária de profissionais de fora para suprir o prazo da seleção", explicou.
Também acompanharam a reunião a secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Salete Lanes e a assessora Jurídica da Procuradoria Geral do Município, Daniela Linck.
A UTI do Hospital Municipal de Pronto Socorro de Canoas tem capacidade de 10 leitos e um para isolamento, que tem demanda integral diariamente. A média de atendimentos do hospital é de 400 atendimentos por dia.
Rachel Duarte