Domingo é Dia das Mães e se você ainda não sabe o que vai dar de presente para a sua, uma boa dica é a 9ª edição da Feira das Mães da Economia Solidária, que acontece de hoje, dia 2, até sábado, 7, das 9 às 19 horas. Quarenta bancas de artesanato e alimentação enfeitam o Calçadão de Canoas e já encantam as pessoas que circulam pelo local.
E as opções são muitas: panos de prato, quadros, toalhas, fuxico, chaveiros, tiaras, trabalho em biscuit e MDF, guirlandas, enfeites de teto, imãs de geladeira, entre vários outros. Os artistas que fizeram as peças estão com grandes expectativas em relação às vendas. Adriana Lima de Albuquerque, 35 anos, participa da feira pela primeira vez. Ela pretende fazer bastante vendas nos seis dias de feira. "As pessoas já estão olhando, perguntando e gostando dos nossos modelos", afirmou.
Maria de Lourdes Ramos, 58, e Lizete Nagato, 59, já participam da Economia Solidária há um ano e sete meses. Esta é a segunda vez que elas expõe seus produtos na Feira do Dia das Mães. Além de esperar vender muito, a dupla pretende que sua arte seja reconhecida. "O Dia das Mães é uma data que todos gostam de presentear. Aqui temos opções de presentes bonitos e baratos", afirmou Maria de Lourdes.
A dona de casa Vera Lúcia Brum, 47, estava na feira nesta manhã e já havia comprado dois presentes, um para ela e outro para o neto, mas ainda iria procurar o presente da mamãe dela. "Adoro estas feiras", contou.
O diretor de Economia Solidária, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Adair Barcelos, circulou pela feira na manhã desta segunda-feira, para conferir a montagem das bancas e conversar com os expositores. Segundo ele, nesta edição houve a preocupação de buscar uma melhor convivência com os lojistas do Calçadão. Uma das providências, por exemplo, foi reduzir o espaço de um dos lados da exposição para permitir a entrada de carros de emergência. A expectativa da Diretoria é de boas vendas. "Além disso, os expositores poderão conquistar suas clientelas e fechar bons negócios", sintetizou. Barcelos contou que a SMDE está buscando uma maneira de oferecer qualificação para os participantes do Economia Solidária.
Daiane Poitevin