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Assistentes sociais, educadores, coordenadoria de políticas para as Mulheres, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centros de Referência de Assistência Social (Cras) debateram na tarde desta sexta-feira (27), na EMEF Carlos Chagas, no Bairro Niterói, sobre a estrutura da rede de ações em assistência e proteção social e o policiamento comunitário.
O encontro foi impulsionando pelo Cras Sudeste, com a cooperação da Polícia Militar e Guarda Municipal. Na ocasião, foram discutidas melhorias na rede de segurança, os resultados na execução do trabalho e apresentados os índices do furto de veículos.
De acordo com a apreentação, o furto de veículos reduziu 40% e de roubo de 54%. O policiamento comunitário na Região Sudeste é formado por três policiais militares e dois guardas municipais, que representam os núcleos cinco e seis, dos 10 existentes em Canoas. Eles têm a finalidade de aproximar o policiamento com as comunidades nos bairros.
Projeto
Implantado há quatro meses, o Policiamento Comunitário em Canoas conta atualmente com 10 núcleos, 34 policiais militares e 11 viaturas nos bairros. O projeto implantado no Rio Grande do Sul pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), traz um conceito inédito no Brasil, aproximando os policiais e a população, aumentando a sensação de segurança pública a partir dessa convivência. É operado a partir de núcleos formados por bairros, atendidos por PMs que moram nos locais onde farão o policiamento.
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