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Tony Capellão
O prefeito Jairo Jorge destacou que os índices apresentados revelam o esforço de todos os órgãos envolvidos com a segurança pública, para reduzir os índices criminais
Para colaborar com a Brigada Militar e a Polícia Civil no trabalho de redução da violência no município, a Prefeitura de Canoas intensificou a tuação da Guarda Municipal. A iniciativa foi comentada na Reunião Extraordinária do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-M), realizada na manhã desta quarta-feira (5), no Paço Municipal. Nesse encontro, foram , ainda, apresentados dados referentes às mortes violentas ocorridas em Canoas, no primeiro semestre deste ano, comparados com as informações do mesmo período de anos anteriores. No comparativo entre os anos de 2013 e 2015, há redução de 13,9%. Este foi o terceiro melhor resultado desde 2009.
O prefeito destacou que esse resultado revela o esforço para reduzir os índices, de todos os órgãos envolvidos com a segurança pública, e comentou as mortes da segunda-feira (3). "Os episódios são lamentáveis, mas são fatos isolados neste período de quase seis anos de ação na segurança pública em Canoas", afirmou. Jairo Jorge referiu-se às mortes de quatro homens, três deles com antecedentes criminais, e a de uma mulher, 57 anos, atingida por uma bala perdida.
O secretário municipal de Segurança Pública e Cidadania, Adriano Klafke, explicou que as equipes da Guarda Municipal atuam em locais estratégicos. "Estamos dialogando com a Brigada Militar e a Polícia Civil, como é característico da integração de segurança pública em Canoas", observou, destacando que a intenção é de apoiar e não de substituir a atuação dos policiais.
Ele comentou também a redução nas mortes em 4,6%, no comparativo dos primeiros semestres de 2014 e de 2015. Falou ainda do comparativo mensal. "De janeiro a agosto de 2015 foram 73 mortes e, nos mesmos meses de 2014, foram 77, o que representa uma redução de 5,2% (dados de agosto deste ano atualizados em 4 de agosto).
No Território de Paz Guajuviras, nos últimos oito meses, ocorreram oito mortes. Em 2014, no mesmo período, foram 14. Neste ano, a última morte no Guajuviras tinha ocorrido em 26 de abril, ficando 98 dias sem mortes violetas no local. Klafke destacou a importância do trabalho de inteligência das polícias e observou que, a maioria das pessoas que morrem e que matam, tem o mesmo perfil de vulnerabilidade social, e, frequentemente, estão associadas ao tráfico de drogas.
Durante o encontro, foram também discutidas questões relacionadas à lentidão nos processos encaminhados ao Poder Judiciário, ao ajuste de procedimento dos policiais ostensivos para o primeiro atendimento às ocorrências envolvendo mortes, para auxiliar nas investigações da Polícia Civil. Falou-se, também, da importância de desenvolver estudo para verificar a evolução dos casos de homicídios, para direcionar ações mais efetivas.
Assista vídeo relacionado ao tema, produzido pelo Ágora em Rede:
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