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A operação Paranóia realizada pela Polícia Civil reuniu cerca de 200 agentes e 30 delegados que cumpriram 21 mandados de prisões preventivas e 22 mandatos de busca e apreensão na região metropolitana, a maioria em Canoas. Pelo menos 19 pessoas foram presas, oito mulheres e nove homens. Todos são acusados de tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídio. A operação tem origem na investigação policial iniciada há oito meses, sob o comando dos delegados Eric Dutra e Mariana Lamar, para apurar a morte do traficante Mano Loko, assassinado em março de 2011.
Em entrevista coletiva realizada na sala do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-M) localizada na sede da secretaria de segurança de Canoas foi mostrado todo o material apreendido como drogas, pássaros, armas, dinheiro e relatado detalhes da investigação. Na avaliação do secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas, Eduardo Pazinato, a desarticulação da quadrilha chefiada da cadeia pelos criminosos, Fábio Nóia e Formiga, marca o início das ações que serão implantadas no bairro Mathias Velho.
Sendo o bairro o local de atuação da organização criminosa e possuir os maiores índices de homicídios em Canoas estimulam ainda mais a prefeitura em empenhar esforços para repetir o modelo de política de segurança com projetos sociais do Pronasci, tecnologias e policiamento comunitário implantado no Guajuviras há dois anos, cujos resultados são satisfatórios.
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