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Um Grupo de Trabalho para construir alternativas de mobilidade e direcionamento do tráfego de veículos nos gargalos da BR-116 foi formado nesta segunda-feira, 25, no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), na Capital. As reuniões são quinzenais e contam com participação da Prefeitura de Canoas, por meio da Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade (SMTM), Escritório de Engenharia e Arquitetura, o DNIT e a Polícia Rodoviária Federal. O grupo contou nesta segunda reunião, com a participação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) e as ações discutidas devem ser executadas de forma integrada entre os órgãos. Entre elas, a possibilidade de instalação de três barreiras móveis no trecho entre o viaduto da Metrovel em Canoas até a ponte sobre o Rio Gravataí, na divisa com Porto Alegre. Estes dispositivos, nos dois sentidos, alternariam fluxos de veículos em situação de acidentes, panes mecânicas, permitindo os acessos de guinchos e de ambulâncias até mesmo em via contrária e escapes. A viabilidade de instalação destes equipamentos depende de avaliação do DNIT de acordo com o secretário titular da SMTM, Osvaldo Steffen. Ele afirmou que alternativas ainda debatidas na reunião tratam de análises de melhorias na Avenida Guilherme Schell na divisa entre as duas cidades, no acesso a João Moreira Maciel e seu fluxo como alternativa de entrada na Capital pela lateral da Freeway até ao acesso a Avenida Castelo Branco. A ideia é permitir maior utilização desta via pelas duas cidades.
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