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A Prefeitura de Canoas, o DNIT e a Polícia Rodoviária Federal vão discutir e adotar medidas para desafogar o trânsito nos "gargalos" da BR-116, ou em outras situações que prejudiquem o fluxo, como acidentes e problemas mecânicos em veículos. A PRF, que monitora a rodovia na região, considera como locais mais críticos o trevo da saída de Esteio, a saída de São Leopoldo e o trecho entre o viaduto da Metrovel e a ponte do rio Gravataí, em Canoas.
Por iniciativa da administração municipal de Canoas, a primeira reunião ocorreu na tarde desta terça-feira, 5, na superintendência regional do DNIT, em Porto Alegre. O objetivo é adotar soluções em curto prazo, até a conclusão das obras da BR-448. Depois disso, a estimativa é de redução de 40% do movimento na BR-116, trecho entre Sapucaia do Sul e Porto Alegre.
Participaram do encontro o superintendente do DNIT, engenheiro Pedro Luzardo Gomes; o chefe de Engenharia da Superintendência, João Loureiro; o secretário municipal de Transporte e Mobilidade, Oswaldo Steffen, e o secretário do Escritório de Engenharia e Arquitetura, Carlos Todeschini. Representaram a Polícia Rodoviária Federal do RS o superintendente, inspetor Jerry Adriane Dias Rodrigues; o superintendente substituto e chefe do Policiamento e Fiscalização, Alfonso Wilimbring Júnior e o chefe de Comunicação, Alessandro Castro.
Integração
O grupo estabeleceu um sistema de comunicação entre a SMTM, PRF e DNIT para direcionar o trânsito emergencialmente, em caso de gargalo, e prestar informações. Todas as ações ocorrerão de forma integrada.
Uma nova reunião foi marcada para o dia 25 deste mês, quando a PRF apresentará um estudo sobre os pontos mais críticos da 116, no trecho de Canoas. A Prefeitura, por sua vez, por meio da SMTM, vai sugerir medidas, incluindo a avenida Guilherme Schell. Reforço na sinalização foi uma das providências avaliadas.
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