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Nesta manhã, o prefeito Jairo Jorge, a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Joceane Gasperetto, o secretário adjunto de Transportes e Mobilidade, Carlos Candiota, e os vereadores de Canoas Nelsinho Metalúrgico e Ivo Fiorotti, participaram da última reunião do Comitê de Acompanhamento das Obras de Infraestrutura Viária da Região Metropolitana de Porto Alegre, coordenado pelo deputado estadual Ronaldo Zulke (PT). A audiência aconteceu no Ritter Hotel, com a presença do diretor de Infraestrutura Terrestre do DNIT, Hideraldo Caron, e de prefeitos e lideranças da região.
Na pauta da reunião, estavam as atualizações do calendário das obras na BR-116, de construção da BR-448 (Rodovia do Parque), além da extensão do Trensurb até Novo Hamburgo. Carlos Candiota, adjunto de Transportes, salientou que durante a ocasião, o diretor Hideraldo Caron reforçou o acordo entre o DNIT e as empresas terceirizadas e falou que não vai aceitar nenhum tipo de acidente nas vias. "Outro compromisso levantado é agilizar um acesso de serviço via BR-386 até o traçado da Rodovia do Parque, normalizando o roteiro e recuperar a via da rua Curitiba", contou Candiota.
Conforme a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Joceane Gasperetto, ainda durante a audiência Canoas solicitou apoio do DNIT para o trabalho social a ser realizado com as famílias que moram no trajeto da BR-448 e serão reassentadas. O objetivo é prestar apoio no processo de adaptação e mediar possíveis conflitos. Joceane reforçou que o cronograma assentado com o DNIT para as transferências está sendo cumprido.
Joceane lembrou que no dia 10 deste mês serão abertas as propostas financeiras na licitação pública para a construção da primeira etapa de 256 apartamentos. A meta é iniciar as obras em fevereiro. No total, são necessárias 599 unidades, das quais 343 casas. Segundo a secretária, há 40 dias o governo federal liberou R$ 3 milhões, relativos à primeira parcela dos recursos necessários aos projetos habitacionais. O recurso foi usado na compra das áreas e se iniciou a licitação. Além disso, é estudada a possibilidade de construir uma vila de passagem, a vila social, com 250 unidades em área urbanizada, onde as famílias ficariam até a conclusão das moradias definitivas.
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