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Nesta sexta-feira, 13, a pequenina Luiza Mazzui, de 1 ano e 3 meses, entrou em um grande centro cultural pela primeira vez. Darcila Vasques, de 56 anos, também. Em comum, o deslumbramento e a origem; ambas integraram um grupo de 15 moradores dos complexos habitacionais Macro Quarteirão 1 e 2, no bairro Guajuviras. A visitação ao Santander Cultural, em Porto Alegre, organizada pela Equipe Social e Organização Comunitária (ESOC), da SMDUH, integra um ciclo de atividades desenvolvido com as comunidades reassentadas em diversas áreas da cidade.
Sob a orientação de Julia Burger, guia do espaço, o grupo conheceu, apreciou e discutiu exposições de arte contemporânea no saguão principal e, no ponto alto, a mostra Arthur Bispo do Rosário: A Poesia do Fio, exibição que apresenta um conjunto expressivo de obras do autor sergipano. "É a primeira vez que vejo algo assim", contou Darcila, "é tudo muito diferente do que a gente pensa que é arte. Com certeza vou voltar mais vezes!", complementa sem esconder a empolgação com o passeio.
Flávia Melchiades, coordenadora da ESOC, acredita que a atividade é mais do que um recurso de socialização entre as famílias e de promoção da boa convivência na comunidade. "A expressão dos sujeitos através da arte é um recurso importante para, junto com as famílias, desvendar o seu cotidiano e interpretar o ambiente real", explica. No final do mês é a vez dos moradores do Quilombola Chácara da Rosa realizarem a visita e, mais tarde, a comunidade da Morada Cidadã percorre o mesmo roteiro.
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