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Secretários de Habitação de Canoas, Esteio e Sapucaia participaram, na tarde desta sexta-feira, 20, de uma reunião com representantes das unidades locais e o diretor comercial da Corsan, Júlio Quadros, na Superintendência Regional da Corsan Sinos, em Canoas. Na pauta do encontro proposto pelo deputado estadual Nelsinho Metalúrgico, esclarecimentos sobre a utilização da tarifa social, benefício que confere desconto de 60% na conta de água de imóveis ocupados por famílias de baixa renda.
Canoas, que corresponde a 38% das ligações de água entre os 18 municípios da região, possui 1.597 residências cadastradas na tarifa reduzida. Número baixo quando considerado o potencial de beneficiários. A intenção, de acordo com Júlio Quadros, é tornar a região Sinos modelo na implantação do desconto. Para tanto, a Corsan deve ampliar o diálogo com os municípios e tornar mais claros os instrumentos e critérios que viabilizam a adoção da tarifa.
Critérios
De acordo com os termos apresentados, qualquer família que comprove cadastro em programas de transferência de renda nacional, estadual ou municipal pode receber o benefício, desde que apresente comprovante de residência e seu Número de Inscrição Social (NIS). Outra novidade é a possibilidade de incluir programas de urbanização e regularização fundiária na faixa de abrangência do benefício, mediante termo firmado entre o município e a Corsan.
Para garantir o abatimento na tarifa, a residência devem ter, no máximo, 60m² de área construída e seis pontos de água. Os critérios para os demais casos, incluindo economias comerciais de pequeno porte, estão disponíveis no site da Corsan. Com mais de 10 mil beneficiados no Bolsa-Família, imóveis do Minha Casa, Minha Vida e milhares de lotes em processo de regularização fundiária, Canoas espera elevar substancialmente a adesão à tarifa social.
Para a secretária de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Canoas, Joceane Gasparetto, os esclarecimentos vêm em boa hora. "Depois de muitos anos sem avançar, estamos construindo habitações populares com muita velocidade. Agora estamos descobrindo novos problemas, como a inadimplência, porque muitos reassentados ou beneficiários de programas sociais não estão acostumado a arcar com contas tão altas", explica Joceane.
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