Esta terça-feira, 17, marcou o início de uma fase especial para cerca de vinte pessoas. Na Secretaria de Desenvolvimento Social, os interessados em participar Apadrinhamento Afetivo reuniram-se para conhecer o funcionamento do programa. Esta é a segunda turma que se forma e que deve participar das sete oficinas previstas até o início de outubro. Após os encontros, os padrinhos e madrinhas conhecerão os seus futuros afilhados de coração.
Com a presença da psicóloga e coordenadora dos programas do Instituto Amigos de Lucas, entidade parceira da prefeitura municipal na realização do projeto, e de representantes do Abrigo Raio de Sol, a noite se desenrolou de maneira informal. Curiosos e ansiosos, os futuros padrinhos puderam esclarecer todas as dúvidas com a equipe da SMDS. A noite de hoje faz parte da preparação para os participantes, que devem, antes de tudo, se comprometer com a causa.
Além de entender como funciona o programa, as oficinas tratam de temas como violência física e psicológica, negligência, limites, vínculos e apego, responsabilidades, etc. De acordo com as responsáveis pelo Apadrinhamento Afetivo, o objetivo do programa é dar carinho e afeto a estes menores, fazendo com que as crianças apadrinhadas possam se sentir especiais. Além de visitá-los nos abrigos, os padrinhos podem levá-los para passear.
Apadrinhamento Afetivo
O programa oportuniza a crianças e adolescentes que hoje são "filhos do Estado" e crescem em abrigos ter referenciais de vida e vínculos afetivos, para que possam construir sua auto-estima, sua cidadania e participação junto à sociedade.
Quem pode ser padrinho ou madrinha?
Quem queira dar carinho e tenha disponibilidade para ir à escola em datas especiais, para compartilhar momentos junto da criança e ajudar a encaminhá-la frente a questões como futuro, profissão, etc. O padrinho ou madrinha vai prestar assistência moral, afetiva e física, complementando o trabalho dos abrigos.
Quem serão os afilhados e afilhadas?
Os candidatos a afilhados(as) devem:
Estar em situação jurídica definida;
Ter remotas possibilidades de adoção;
Ter avaliação de impacto positivo do apadrinhamento para seus processos de vida, a partir da avaliação de cada equipe de abrigo.
Amanda Utzig Zulke