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Relatos emocionantes e palavras de incentivo e superação marcaram o I Encontro de Mulheres com Deficiência, realizado nesta quinta-feira (27), no Instituto Pestalozzi, dentro da programação do Mês da Mulher. Deficientes, familiares e representantes de entidades canoenses participaram do evento.
A psicóloga Raquel Montagna, a fisioterapeuta Gabriela Vier e a educadora física Rosaura Coronet, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL) relataram suas experiências de tratamento voltado a esse tipo de paciente, focando a importância do reconhecimento de que todas as pessoas possuem deficiências, com o diferencial de uns possuírem em maior ou menor grau.
A importância de reconhecer sentimentos, como tristeza, negação, revolta, culpa e confusão, ao receber um diagnóstico de deficiência, de acordo com Raquel, faz parte do processo de aceitação. Ela destacou ainda que o apoio da família é fundamental, bem como o respeito às diferenças.
Relatos
Duas pacientes da fisioterapeuta Gabriela emocionaram com suas histórias de superação. Um delas, a Vera, vitima de um acidente vascular cerebral, teve que se adaptar à nova condição, pois a doença a deixou com limitações nos movimento. “Mas eu faço tudo o que uma mulher “normal” faz”, afirmou, contando que realiza tarefas domésticas, viaja e não deixa a vaidade de lado.
Com síndrome de down leve e deficiência auditiva, Adriana, a outra paciente de Gabriela, fez faculdade e pós-graduação, optando por uma vida mais movimentada. Ela contou que trabalha, frequenta a academia e faz curso de artesanato. A duas pacientes atestaram que a deficiência não é incapacitante.
Apresentações dos grupos artísticos da Associação Legato e do Pestalozzi e uma vivência de tai chi chuan também integraram a programação.
Convite
A secretária especial da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência, Rafaela Zappas, salienta que o encontro ocorreu a convite da também secretária especial, Márcia Falcão, da Coordenadoria de Políticas para a Mulher.
“Esta é uma primeira iniciativa”, destacou, lembrando que 30% da população (homens e mulheres) de Canoas tem alguma deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.
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