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Neste 10 de dezembro de 2012, quando se comemora o Dia Internacional dos Direitos Humanos e se encerram as mobilizações dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, militantes em diversos países realizam ações de conscientização. Em Canoas uma caminhada serviu para alertar sobre os ataques aos direitos das mulheres, e para dar visibilidade para as ações de resistência e alternativas no município.
Durante o percurso da Praça da Emancipação até o final do calçadão da Rua Tiradentes, cerca de 100 mulheres entre o Projeto Mulheres da Paz do Território de Paz - Guajuviras, do Conselho dos Direitos da Mulher (Condim), da Coordenadoria Municipal da Mulher, Centro de Referência da Mulher, Associação Reviver, entre outras, entoavam frases pelo fim da violência. Chega de violência, quem ama cuida, viva Maria da Penha e“ Sem o direito das mulheres, os direitos não são humanos” estampava uma faixa lilás da mobilização. Ao final, um grande círculo de mãos dadas foi formado para pedir a conscientização de homens e mulheres para o tema da violência de gênero.
De acordo com a coordenadora de Política para Mulheres de Canoas, Telassim Lewandowski o ato serviu para sensibilizar a população sobre a necessidade de cessar, na sociedade e nas famílias qualquer atitude convergente para o abuso, a agressão e a ofensiva física. A grande conquista deste ano segundo Telassim é a implantação da Patrulha Maria da Penha no município.
Mapa da Violência 2012 - Instituto Sangari
De 1980 a 2010, foram assassinadas no país perto de 91 mil mulheres no Brasil, 43,5 mil só na última década. O número de mortes nesses 30 anos passou de 1.353 para 4.297, o que representa um aumento de 217,6% – mais que triplicando – nos quantitativos de mulheres vítimas de assassinato.
De 1996 a 2010 as taxas de assassinatos de mulheres permanecem estabilizadas em torno de 4,5 homicídios para cada 100 mil mulheres.
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