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A Coordenadoria de Políticas para as Mulheres, órgão ligado ao gabinete do prefeito Jairo Jorge divulgou um balanço de quatro anos de ações desenvolvidas em políticas públicas para as mulheres de Canoas.
O combate à violência doméstica teve ações de sensibilização e mobilização pela garantia dos direitos das mulheres, formação de agentes públicos e agendas permanentes que, neste período, marcaram a atuação desta coordenadoria conforme a titular, Telassim Lewandowski. Ela ressaltou atividades como, 8 de março, aniversário da Lei Maria da Penha, Outubro Rosa e os 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher.
Os dois equipamentos instalados, Centro de Referência da Mulher (CRM) e Casa Abrigo, apelidada de Casa Azul também se somaram ao balanço, bem como os atendimentos. O CRM atendeu até final de novembro 411 mulheres e a Casa Azul já abrigou 40 mulheres. O dado se refere ao final do mês de novembro. “Conquistamos um espaço para a construção da primeira escola de construção civil para mulheres do país, terreno doado pelo governo do Estado para a Prefeitura de Canoas, numa parceria com a ONG Mulheres em Construção a escola será levantada por 500 mulheres que já farão o curso no mesmo momento”, explicou Telassim.
Foi aprovado por unanimidade na Câmara o projeto de lei do I Plano Municipal de Políticas para as Mulheres, plano esse debatido na II Conferencia de Políticas para as Mulheres de Canoas, que contou com a presença de mais de 300 mulheres. O Pacto de Enfrentamento a Violência teve Canoas como cidade polo e contou com as presenças do governador do Estado, Tarso Genro e a Secretária Estadual de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana.
Conquista
Foi instalada na cidade um mês depois de ser instalada em Porto Alegre a Patrulha Maria da Penha que atua na fiscalização do cumprimento da lei, visitando as mulheres com medidas protetivas e fazendo a patrulha 24 horas nos Territórios de Paz da Grande Mathias Velho e Guajuviras.
Primeiras ações
Foram repassados pela DEAM de CANOAS o total de 35 vítimas até o dia 7 de dezembro com 21 visitas e contato direto com as vitimas, 12.
Duas vítimas encaminharam relatórios para a DEAM por entender que seriam necessários novos procedimentos, visto que as ameaças continuaram, sendo constantes, mesmo já tendo sido deferida a medida protetiva de urgência.
A Patrulha Maria da Penha juntamente com as visitas também realizou acompanhamento a vitimas para retiradas de pertences juntamente com a Policia Civil, com o apoio da sala de operações e a integração com a casa azul já foi realizada o acompanhamento e acolhimento de uma vitima durante a noite encaminhando a mesma para a casa azul.
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