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Para marcar o Dia Nacional de Combate à Sífilis, comemorado, anualmente, no terceiro sábado de outubro, a Coordenação Municipal de DST/AIDS/Hepatites/Tisiologia; a Coordenação Estadual de DST/AIDS; a Atenção Básica; o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) e a Coordenadoria das Diversidades realizam neste sábado (18) uma campanha de sensibilização para a doença.
No chamado Dia D contra a Sífilis, estarão disponíveis informações e haverá testes rápidos para detectar a doença no Serviço de Atendimento Especializado/Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA) e em oito Unidades Básicas de Saúde, das 9h às 16h.
Onde haverá testes rápidos da sífilis neste sábado
Serviço de Atendimento Especializado/Centro de Testagem e Aconselhamento (SAE/CTA)
Rua Frei Orlando, 141, ao lado da Corsan, Centro
UBS Pedro Luiz da Silveira
Rua Mauá, 1724 - Rio Branco
UBS CAIC
Av. 17 Abril, s/nº - Guajuviras
UBS Mathias Velho
Rua Rio Grande do Sul, 1615 - Mathias Velho
UBS Santo Operário
Rua da Associação, 331 - Vila Cerne
UBS Natal
Rua Nossa Senhora da Conceição, 285 - Natal
UBS Nova Niterói
Rua Quaraí, s/nº - Niterói
UBS Rio Branco
Rua Edgar Fritz Müller, 83 - Rio Branco
UBS São José
Rua João Pessoa, s/nº - São José
A doença
A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode se manifestar em três estágios. Os maiores sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que a doença é mais contagiosa. O terceiro estágio pode não apresentar sintoma e, por isso, dá a falsa impressão de cura da doença.
Todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a sífilis congênita pode causar aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer. O teste deve ser feito na 1ª consulta do pré-natal, no 3º trimestre da gestação e no momento do parto (independentemente de exames anteriores). O cuidado também deve ser especial durante o parto para evitar sequelas no bebê, como cegueira, surdez e deficiência mental.
Formas de contágio
A sífilis pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem camisinha com alguém infectado, por transfusão de sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê, durante a gestação ou o parto. O uso da camisinha em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez são meios simples, confiáveis e baratos de prevenir-se contra a sífilis congênita.
Sinais e sintomas
Os primeiros sintomas da doença são pequenas feridas nos órgãos sexuais e caroços nas virilhas (ínguas), que surgem entre a 7 e 20 dias após o sexo desprotegido com alguém infectado. A ferida e as ínguas não doem, não coçam, não ardem e não apresentam pus. Mesmo sem tratamento, essas feridas podem desaparecer sem deixar cicatriz. Mas a pessoa continua doente e a doença se desenvolve. Ao alcançar um certo estágio, podem surgir manchas em várias partes do corpo (inclusive mãos e pés) e queda dos cabelos.
Após algum tempo, que varia de pessoa para pessoa, as manchas também desaparecem, dando a ideia de melhora. A doença pode ficar sem apresentar sintomas por meses ou anos, até o momento em que surgem complicações graves como cegueira, paralisia, doença cerebral e problemas cardíacos, podendo, inclusive, levar à morte.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234