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Cerca de 260 alunos, além de professores e funcionários do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, no Bairro Igara, participaram do simulado de incêndio e abandonado do prédio escolar realizado nesta quinta-feira (18), pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil. Em tempo real, a comunidade escolar representou um acidente na cantina, com um adolescente que, ao tentar ajudar uma servente, foi atingido pela explosão de uma panela com óleo, causada por vazamento de gás.
A simulação começou às 14h, horário em que foi disparado o alarme para evacuação do prédio. Os alunos abandonaram as salas de aula em dois minutos e oito segundos. O Corpo de Bombeiros chegou ao local em quatro minutos e meio e duas motocicletas da Samu, equipadas para prestar os primeiros atendimentos, chegaram 21 minutos depois. A ambulância, que normalmente chega depois das motos, não pode ser acionada para o exercício, em razão de um acidente real ocorrido no bairro Guajuviras.
De acordo com o secretário especial Rodolfo Pacheco, da Defesa Civil, este foi o primeiro simulado no Instituto, complementando palestras realizadas anteriormente, sobre primeiros socorros e uso corretos dos extintores de incêndio. Ele comenta que na próxima oportunidade, que ocorrerá em 2016, os tempos serão reduzidos, porque a comunidade escolar estará mais familiarizada com os procedimentos que são preconizados para situações como esta.
A coordenadora do exercício, Marta Rech, também da Defesa Civil, lembra que o simulado integra o programa Educação para a Defesa Civil: Preservando a vida com ações preventiva. Ela ressalta que a finalidade é alinhar os procedimentos, analisar equipamentos, as medidas preventivas e as providências iniciais que podem minimizar danos.
O 3º sargento do Corpo de Bombeiros, Flávio Aguiar, destaca as principais recomendações, ao detectar um incidente parecido como o simulado: disparar o alarme para que todos iniciem a evacuação do prédio, que deve ser feita sem pânico, gritos ou correria; sempre que possível, desligar a energia elétrica; no caso de vazamento, como no exercício, desligar a central de gás; deixar os acessos desobstruídos para facilitar a aproximação dos bombeiros e da equipe do Samu.
"É a primeira vez que participo de um simulado. Acho que é importante passar pelo exercício, para evitar que em uma situação real a gente não entre em pânico e tenha uma referência de procedimentos", comentou a aluna Natália Finkler, 16 anos. O colega de Natália, Richard Leal Ramos, 17 anos, contou que já fez o exercício quando estudava na Escola Municipal de Ensino Fundamental Rio de Janeiro. "Se ocorrer um sinistro, temos um direcionamento", afirmou.
O Departamento de Trânsito, da Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade, também participou, isolando os acessos à quadra da instituição, auxiliando nas ações da Defesa Civil, Copro de Bombeiros e Samu.
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