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A tarde desta quarta-feira (26) foi muito agradável e com muito esporte e lazer para crianças com deficiência de quatro entidades de Canoas. Os grupos foram recepcionados na Ulbra para participar do projeto Ciepre (Centro Interdisciplinar de Estudos em Psicomotricidade Relacional). A atividade faz parte da 18ª Semana da Pessoa com Deficiência de Canoas.
O evento foi aberto com apresentação de dança do Grupo Down Up, que, além de apresentar uma coreografia de tango, dançou a música "O que é, o que é?", de Gonzaguinha. O baile integrou membros do grupo e o público presente no local.
Logo após a abertura do evento, os alunos puderam escolher para qual atividade gostariam de se destinar. Tiveram aulas de basquete, dança, vôlei, capoeira e pintura. Todos os deficientes eram acompanhados por seus monitores.
A secretária da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência (Coomped), Rafaela Zappas, ressaltou que o evento é uma forma de integrar os diferentes tipos de deficiência. "É uma oportunidade das entidades conhecerem outros projetos e, para os deficientes, é um momento de lazer, e de repente, de descobrir-se em um esporte", disse.
Além dos alunos integrantes do projeto Ciepre, estiveram presentes alunos da Associação de Deficientes Visuais de Canoas (Adevic), Chimarrão da Amizade, Escola Estadual Especial Brigadeiro Ney Gomes. A empresa Sogal destinou um ônibus para levar os alunos das entidades até o local.
O projeto
O Centro Interdisciplinar de Estudos em Psicomotricidade Relacional (Ciepre) foi criado no ano de 2003, pelo Curso de Educação Física da Ulbra. Ele atende crianças, adolescentes e adultos com necessidades educativas especiais, como, também, pessoas sem comprometimentos.
O trabalho é desenvolvido por acadêmicos de cursos de Educação Física, Psicologia, Serviço Social, entre outros. Os monitores são orientados pelo coordenador do projeto, Ivan Basegio. Ele destacou a parceria com a Coomped. "Quando falamos de inclusão, não é só o sujeito com a deficiência, temos que tentar entender a questão do respeito à diversidade, sobre todos os aspectos. E isso tentamos trabalhar no projeto".
Além de atendimento a pessoas com deficiência, o projeto Ciepre oferece apoio à família de deficientes, sessões de psicomotricidade relacional (em diversos espaços), formação acadêmica (graduação e pós-graduação) e formação continuada.
Transformando vidas
"A gente faz aula de dança aqui e eu gosto muito de dançar! A música foi escolhida pelas professoras, mas nós ajudamos a montar a coreografia", disse Daniel Schmiedel, 32 anos. Ele é integrante do grupo de dança que se apresentou, o Down Up. Daniel tem Síndrome de Down e participa desde 2001 do Ciepre.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234