Carregando! Por favor aguarde...
Basquete sobre rodas será a terceira modalidade competitiva dos Jogos Paradesportivos de Canoas. O esporte é praticado por atletas com comprometimento físico-motor. A partidia será no dia 26 de junho, no Centro Olímpico Municipal (COM), Bairro Igara.
Os Jogos Paradesportivos de Canoas são realizados pela Prefeitura de Canoas por meio do Comitê Paralímpico do Município - composto pela Coordenadoria da Pessoa com Deficiência e Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, em parceria com Fundação La Salle, Faders e Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência -, e acontecem nos dias 25 e 26 de junho. Goalball, basquete sobre cadeiras de rodas e futebol de 5 para cegos são as modalidades nesta primeira edição. Além do COM, os jogos também ocorrem no Centro Esportivo São Luiz, no Bairro São Luiz. As inscrições poderão ser feitas a partir desta sexta-feira (10), por meio do e-mail parajac.canoas@gmail.com.
A prática regular de um programa de exercícios físicos ou prática esportiva por pessoas com deficiência física pode ter três objetivos distintos: lazer, competição ou terapêutico. O deficiente pode praticar as atividades apenas por lazer ou aperfeiçoar esta prática, treinar e evoluir até participar de competições desportivas da modalidade em questão. Os atletas também podem estar inseridos na prática de esportes ou exercícios como forma de recuperação física, emocional e até mesmo social.
Para mais informações, ligue para (51) 3425-7609 ou envie um e-mail para parajac.canoas@gmail.com.
Como começou o esporte?
Inicialmente praticado por ex-soldados norte-americanos feridos da 2ª Guerra Mundial, o basquete em cadeira de rodas fez parte de todas as edições já realizadas dos Jogos Paralímpicos. As mulheres passaram a disputar a modalidade em 1968, nos Jogos de Tel Aviv.
No Brasil, o basquete em cadeira de rodas tem forte presença na história do movimento paralímpico, sendo a primeira modalidade praticada aqui, a partir de 1958, introduzida por Sérgio Del Grande e Robson Sampaio. Apesar da popularidade no país, o Brasil ainda não conquistou medalhas na modalidade em Jogos Paralímpicos. No Brasil, a modalidade é administrada pela Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC).
Como funcionam os jogos?
Como no basquete tradicional são cinco jogadores em cada uma das equipes, com dois períodos de 20 minutos, usando 30 segundos de posse de bola. No caso de empate no fim do segundo período, uma prorrogação de 5 minutos será usada para o desempate.
A quadra de jogo deve ter as dimensões de 28 m x 15m, medidas que são requeridas para competições da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF- sigla em inglês). A quadra deve ser delimitada por linhas, sendo que as linhas de lance livre e de três pontos são de acordo com as regras da International Basketball Federation (Fiba- sigla em ingês). A altura da cesta é a mesma do basquete tradicional (3,05m). O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira.
Para assegurar a competitividade, os atletas - homens e mulheres -, precisam usar cadeiras de rodas padronizadas e adaptadas conforme as regras da IWBF. É permitido usar faixas para prender as pernas juntas ou fixar o atleta na cadeira. Todas as normas são conferidas pelos árbitros no início da partida.
Classificação
Na classificação funcional, os atletas são avaliados conforme o comprometimento físico-motor em uma escala de 1 a 4,5. Quanto maior a deficiência, menor a classe. A soma desses números na equipe de cinco pessoas não pode ultrapassar 14, e vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor a classe.
Serviço de Atendimento ao Cidadão: 0800-5101234