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Entre a Piava, o Grumatã, a Tainha, o Anjo, Carpa viva e Traíra, o filé de peixe Panga é o preferido pelos consumidores no segundo dia da 21ª Feira do Peixe nos estandes da Praça da Bandeira, no Centro. Ele sai por R$ 14,50 o quilo e pode ser encontrado em todas as bancas e a pechincha sempre é válida, de acordo com os pescadores de Nova Santa Rita, Ricardo Samuylik e Leo Oliveira (foto).
Com mais de 20 anos na profissão e pelo segundo ano consecutivo trabalhando na feira, eles destacaram a estrutura e esperam superar as vendas do ano passado. “É sempre uma satisfação estar aqui e ver as pessoas se preparando para a Semana Santa, mas nosso peixe é o melhor”, brincou Samuylik.
Com sacolas de peixe e temperos nas mãos, a aposentada Vilma Kaiser disse que sempre procura pelo peixe fresco na feira do centro. “Há 40 anos tenho esta tradição de vir às feiras e hoje já vou fazer uma tainha assada para minha família”, comentou. Na brasa, a tainha na taquara é uma novidade que tem despertado os olfatos, olhares e paladares do público na feira. Ela é vendida de R$ 15 a R$ 20 e já responde por boa parte das vendas do pescador da Ilha da Pintada, Saul Oliveira.
Circulando pela feira e visitando as bancas, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Itamar Tadeu Barboza, disse que é um orgulho vivenciar este ambiente, de compartilhar da organização com os vendedores e reafirmar uma proposta de desenvolvimento. Afirmou que a feira comercializa somente produtos de qualidade diferenciada trazidos pelo agricultor local, com produtos coloniais e atingindo o seu objetivo que é o de valorização da economia do município. “É uma proposta anual e a intenção é melhorá-la ainda mais, com um olhar diferenciado da administração, podemos através da economia solidária, apostar permanentemente nos pequenos produtores”, explicou Itamar Tadeu.
Outros produtos também despertam o público para a Semana Santa como os coloniais, biscoitos de milho, os pães de aipim e de cenoura, sucos e vinhos. Os hortifrutigranjeiros como tempero verde, salsa, cebolinha, ervas aromáticas e pimentões são comprados após a escolha do pescado. A feira prossegue até o meio dia desta sexta-feira e a meta dos organizadores da SMDE é de que sejam comercializados 50 toneladas de peixe nas cinco feiras espalhadas por Canoas.
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